Navegação:


Warning: Parameter 1 to modMainMenuHelper::buildXML() expected to be a reference, value given in /home/jornalde/public_html/libraries/joomla/cache/handler/callback.php on line 99

Visitas

mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterHoje169
mod_vvisit_counterOntem418
mod_vvisit_counterEsta Semana1846
mod_vvisit_counterEste Mês4707

Agência Brasil

O Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia (GO) informouno final da manhã desta segunda-feira (19) que a perícia realizada no corpo do pedreiro Adimar Jesus da Silva (o Maníaco de Luziânia) constatou “morte por asfixia”.

Ele foi encontrado morto na cela onde estava preso na Delegacia de Repressão a Narcóticos (Denarc). O pedreiro era acusado de matar seis jovens em Luziânia, cidade goiana no Entono do Distrito Federal.

Segundo informações do IML, não havia no corpo do pedreiro marcas de perfuração. Além disso, o exame toxicológico não constatou a ingestão de nenhuma substância. O laudo oficial deve ficar pronto em dez dias e o corpo deve ser liberado para a família em dois ou três dias.

A Corregedoria da Polícia Civil de Goiás informou nesta segunda que vai tomar na terça-feira (20) à tarde o depoimento dos policiais que encontraram o pedreiro Adimar da Silva morto na cela da Delegacia de Repressão a Narcóticos (Denarc) em Goiânia (GO) no domingo (18). Silva era acusado de molestar sexualmente e matar seis jovens em Luziânia (GO), cidade próxima a Brasília (DF). 

O corregedor da Polícia Civil, Sidnei Costa e Souza, disse que vai tomar o depoimento dos dois agentes que estavam de plantão no dia da morte do pedreiro. Além disso, ele informou que trabalha com a hipótese de o pedreiro ter cometido suicídio. “Temos o dever de apurar todas as circunstâncias. Aparentemente foi suicídio, mas solicitamos todos os exames ao Instituto Médico Legal para termos certeza de que não houve ingestão de qualquer substância”, informou. O corpo do pedreiro está no IML de Goiânia e após os exames será liberado para a família.

No domingo (18), o Ministério Público Federal em Goiânia solicitou que dois promotores de justiça da área criminal acompanhem as investigações sobre a morte. O MP pediu ainda que o promotor Ricardo Rangel, que acompanhou todo o caso, vá para Goiânia acompanhar a investigação da Corregedoria da Polícia Civil juntamente com os outros dois promotores.