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Estado de Minas

Dois universitários estão sendo procurados pela polícia em Lavras, no Sul de Minas. De acordo com a Polícia Civil, Gustavo de Andrade, de 22 anos, e Edson Luiz Venâncio, de 21, são suspeitos de fugir com cerca de R$ 100 mil de um festival de música realizado na cidade, no último fim de semana. Um inquérito foi instaurado para apurar o caso.

Os rapazes e mais quatro estudantes foram os responsáveis pela organização do evento e para o primeiro dia. Na sexta-feira, cerca de 2 mil ingressos já tinham sido vendidos. Para sábado, aproximadamente 2,5 mil bilhetes foram comprados. Os jovens  moravam na mesma república e, na madrugada de sábado, Gustavo de Andrade e Edson Luiz deixaram a cidade com a arrecadação da bilheteria da última noite do festival.

Nesta segunda-feira, a polícia começou a ouvir os demais organizadores do festival. Foragidos da Justiça, os universitários são acusados pelo crime de estelionato, com pena de um a cinco anos de reclusão.

Segundo o delegado Cléber Pevidor, o calote dos estudantes com fornecedores e artistas chega a R$ 100 mil. Na sexta, um grupo musical ameaçou não se apresentar, alegando que parte do cachê ainda não havia sido quitada.

O policial informou também que os suspeitos ofereceram um Fiat Uno como garantia de pagamento à empresa responsável pela montagem do palco. O carro, no entanto, é alugado e foi emplacado em São Paulo.

A direção da Universidade Federal de Lavras (UFLA) informou à Polícia Civil que os universitários trancaram matrícula no início deste ano. O delegado vai solicitar o registro acadêmico deles para entrar em contado com as famílias.

Gustavo de Andrade cursava Administração de Empresas e é de São José dos Campos (SP), enquanto Edson Venâncio fazia Sistemas de Informação. Ele é natural de São José do Rio Preto (SP).

Estado de Minas

Dois universitários estão sendo procurados pela polícia em Lavras, no Sul de Minas. De acordo com a Polícia Civil, Gustavo de Andrade, de 22 anos, e Edson Luiz Venâncio, de 21, são suspeitos de fugir com cerca de R$ 100 mil de um festival de música realizado na cidade, no último fim de semana. Um inquérito foi instaurado para apurar o caso.

Os rapazes e mais quatro estudantes foram os responsáveis pela organização do evento e para o primeiro dia. Na sexta-feira, cerca de 2 mil ingressos já tinham sido vendidos. Para sábado, aproximadamente 2,5 mil bilhetes foram comprados. Os jovens  moravam na mesma república e, na madrugada de sábado, Gustavo de Andrade e Edson Luiz deixaram a cidade com a arrecadação da bilheteria da última noite do festival.

Nesta segunda-feira, a polícia começou a ouvir os demais organizadores do festival. Foragidos da Justiça, os universitários são acusados pelo crime de estelionato, com pena de um a cinco anos de reclusão.

Segundo o delegado Cléber Pevidor, o calote dos estudantes com fornecedores e artistas chega a R$ 100 mil. Na sexta, um grupo musical ameaçou não se apresentar, alegando que parte do cachê ainda não havia sido quitada.

O policial informou também que os suspeitos ofereceram um Fiat Uno como garantia de pagamento à empresa responsável pela montagem do palco. O carro, no entanto, é alugado e foi emplacado em São Paulo.

A direção da Universidade Federal de Lavras (UFLA) informou à Polícia Civil que os universitários trancaram matrícula no início deste ano. O delegado vai solicitar o registro acadêmico deles para entrar em contado com as famílias.

Gustavo de Andrade cursava Administração de Empresas e é de São José dos Campos (SP), enquanto Edson Venâncio fazia Sistemas de Informação. Ele é natural de São José do Rio Preto (SP).

FERNANDA MELO

Graduada em jornalismo é editora de conteúdo do Jornal Alto Rio Pardo desde 2006 e
do site
GuiaSJC, de São José dos Campos



O inverno está próximo e as baixas temperaturas já se tornaram constante na região. Muita gente já está preparando e comprando roupas quentes e edredons para se manter aquecido, porém, além das pessoas, os animais de estimação também precisam de cuidados nesta época.
Alguns cachorros apesar da pelagem curta, necessitam de roupas e cobertores para se manterem aquecidos e não pegarem doenças típicas dessa estação.
O cão, na verdade, possui uma camada de pêlos que o aquece nos dias mais frios. Algumas raças possuem duas camadas de pêlo, além de uma grossa camada de gordura sob a pele.
Para esses cães, o frio não é problema e a roupa é dispensável. No entanto, as raças de pelagem curta e até mesmo raças com pêlos mais longos, mas que não possuem adaptação para o frio, sofrem com temperaturas baixas.
Nesse caso, a roupinha é necessária para aquecer o animal e não é apenas um luxo do dono.

Por conta do frio, o bichinho pode apresentar sinais clínicos que lembram o resfriado humano, como tosse, espirros, febre, falta de apetite e coriza. Essa doença pode aparecer em qualquer época do ano, porém, há uma maior predisposição nos meses frios, pela baixa temperatura.
Daniela Oliveira todo inverno costuma colocar roupas em sua cachorra da raça Pincher, Cindy, e acredita que essa é uma maneira de mantê-la aquecida e bonita.
“Como a Cindy já é mais velha, tem 15 anos, com pêlo curto, busco colocar roupas bem quentinhas nela. Elas ficam muito bonitinhas. Me preocupo com elas porque elas não dormem dentro de casa”, conta.
O mercado de roupas para cachorro tem crescido em todo país e nas Pet Shops a variedade de vestidos, casacos, bonés e sapatos é cada vez maior. Tudo para cães e gatos.Os valores das peças podem variar R$15 a R$60, dependendo do tamanho.
Valentina, uma Bull dog, também está usando roupas por cauda do frio. Sua dona, Letícia França, sempre comprou novas peças a cada ano.
“Desde que comprei a Valentina, há dois anos, eu coloco roupas nela por ela ter pêlo curto. Algumas peças minha mães que fez para ela, agora tem outras que ela adora eu comprei e paguei cerca de R$35. Ela fica parecendo uma bonequinha e quando está muito frio ela não sai de casa sem antes por roupa”, conta.


EPTV

Moradores de Santa Bárbara d´Oeste querem informações sobre a possibilidade do Ministério Público ter pedido a quebra de sigilo de 127 pessoas na cidade entre servidores e o prefeito Mário Celso Heins. As investigações seriam em relação a possíveis pagamentos de propina em licitações públicas e na compra de gado no Mato Grosso.O MP confirmou que tem uma ação em andamento com 127 réus. Os promotores não podem comentar o caso porque ele corre em segredo de Justiça. O nome do prefeito consta nesta lista, segundo os promotores. A prefeitura não se manifestou sobre o assunto.

Hoje em Dia

 

Os policiais militares e civis e os bombeiros não aceitaram o reajuste salarial de 72% até 2015, oferecido pelo Governo de Minas Gerais. Na tarde desta segunda-feira (6), as entidades de classe se reuniram com a secretária de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), Renata Vilhena, que apresentou a proposta. A Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares (Aspra-PM/BM) e o Sindicato dos Servidores da Polícia Civil (Sindpol/MG) anunciaram que as categorias decidirão se aceitam o reajuste proposto na próxima quarta-feira (8).

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